terça-feira, 29 de junho de 2010

Brasil nas urnas

É chegada uma época muito importante na vida do país: as eleições. São eleições importantes (todas são), serão votados cargos como senadores, deputados federais e estaduais, governadores e o presidente da república. Países como os Estados Unidos não fazem da votação algo obrigatório, vota quem quer. Diferentemente do Brasil, onde todas as pessoas entre 18 e 70 anos de idade devem votar. O voto só é facultativo para pessoas de 16 e 17 anos. Eu, gostaria muito de votar, mas com 15 anos não me encontro nos padrões.

Acho muito importante o ato de votar, afinal são seus direitos que são colocados em urna e é algo democrático sem monopolizar o poder. Muitos acreditam que a política é corrupta completamente, eles não veem solução. Mas também, muitos nem lembram quem votaram na última eleição. Eu gostaria que os jovens de hoje fossem conscientes nos seus votos, afinal este ano nós temos um aliado a boa política: a ficha limpa. Onde diz que só concorre a cargos quem tem a ficha limpa, afinal se o cidadão civil tem de ser ficha limpa, por que quem nos representa não deve ser?!

Agora, pense você no futuro da sua nação, muitos serão os jovens que poderão votar este ano, talvez até mesmo tu poderás, mas como pensar no futuro da nação, sabendo que uma invasão de coloridos irão para as urnas em busca de dizer que votou em qualquer um para não votar em ‘branco’, afinal eles querem cores.

É dificil dizer a jovens que venham a pensar e refletir sobre suas escolhas em frente à urnas. Mas eu ainda acredito que os jovens de hoje têm a capacidade de compreender que isso não é somente um: “mãe, eu votei”. É muito mais que isso. Devemos pensar o que será feito com nosso dinheiro, a nosso favor e ao favor daqueles que nada tem. Nosso país carece mais de pessoas que ajudem, se forem necessárias cores, que sejam cores de amor e que levem muito mais vida aqueles que nem podem sentir a felicidade de um sorriso.

Postado por Elisiane

Como fazer uma música modinha

A cada dia que passa, eu vejo o quanto a música atual é uma porcaria. Ela se tornou vazia. Eu parei para analisar algumas letras de músicas modinhas, e me deparei com alguns fatos interessantes (ou não).
Em uma delas dizia o seguinte: “E dizer que é você que pode me mudar, que pode me salvar”. Te salvar? Te salvar do quê? De si mesmo? De usar calça laranja? De ter tendências homossexuais? Ah sim, claro, se você passasse uma semana com agente (as pessoas que escrevem nesse blog), nós cortaríamos seu cabelo, mudaríamos suas roupas e tênis, e contrataríamos uma fonoaudióloga para tentar tirar essa sua voz de molenga! Ser gay a gente entende, mas se passar por pegador, isso não.
Outra tinha um refrão ainda mais vazio: “Baby, baby, baby Ohh”. NOSSA! Ele fica repetindo essa merda o tempo todo! Ou seja, para criar uma música modinha, apenas ache uma palavra cute-cute fofolete e repita ela centenas de vezes, até entrar nas mentes das pessoas. O pior é que eu me pego com essa música na cabeça ¬¬’.
Quando não: “Aposto um beijo que você me quer”. Que coisa é essa? Cantada de pedreiro? Que tipo de garota namoraria com uma cara que dissesse isso? Só se não tivesse o mínimo de personalidade ou amor-próprio.
O fato é que o mundo de hoje é muito liberal. O jovem já não tem mais tantos motivos para se revoltar contra a sociedade (na verdade tem e muitos, mas esquecem de se preocupar com coisas mais importantes do que seu próprio cabelo). São poucas as bandas de rock de hoje que você encontra músicas com atitude, protestos e criticas com uma base em fatos.
Hoje você apenas ouve canções com base em romances adolescentes, aonde amor é totalmente banalizado, e dizer eu te amo, já não faz mais diferença nenhuma. O amor falso nessas músicas é algo comum, como, sei lá, escovar os dentes de manhã.
Então eu faço um protesto aqui, peço para nosso jovem, para esforçar essa mente que Deus lhe deu, e fazer músicas com mensagens mais importantes do que: “Eu já cantei o ôô e também o êê” (Alguém me explica o que ele quis dizer com isso?).

Postado por Jéssica

Colírios

O mesmo visual ridículo para todos

Colírio? Mas que merda é essa? Na minha época, colírio era remédio para os olhos. Mas não, agora, colírio são garotos “bonitinhos”, aclamados por multidões de garotas enlouquecidas e retardadas. Sim, pois se você tem mais de 13 anos e gosta de colírio você tem um sério problema mental.

Então, eu resolvi ir até a raiz do problema e trago aqui os queridos critérios para ser um colírio, capricho (ou não).

1º- o cabelo: tá ai a marca registrada de qualquer colírio que se preze. Cabelo liso, de forma, parecendo um capacete e sem mais nenhuma personalidade. Garotos, por favor! Parem de gastar mais dinheiro com o cabelo do que com a namorada!

2º- óculos: por mais que esteja escuro, eles teimam em usar óculos escuros. Por quê? Será que colírio não tem dinheiro para colírio?

3º- falta de testosterona: quando um colírio vê, por menor que seja, um pelo corajoso crescendo em seu peito, ele tem um ataque de pelanca e elimina-o o coitado com o “Veet” da irmã (ou deles mesmo, tanto faz). Nenhum deles tem cara de homem, não têm barba, bigode ou qualquer outro tipo de pelo. Eles têm sim, é um rosto de bumbum de bebê.

4º- tendências homossexuais: essa é auto-explicativa.

5º- fotos: 30% de seu dia são dedicados a fotos sem personalidade, do tipo, sem camisa (se ele for uma montanha de músculos sem cérebro), com óculo (drogado) e de frente para o espelho (vendendo sua câmera).

6º- vida em vão: colírio não lê livros. Colírio não escreve artigos políticos. Colírio não sabe nada sobre economia. Talvez ele saiba tocar algum instrumento musical, que geralmente é violão. 40% do seu dia se passa dormindo. 30% são tirando fotos. 20% na internet, fazendo nada de útil. 5% são na academia, ou algum esporte que qualquer um pratique como futebol, por pior que ele seja nisso. 4% comida e banheiro. 1% com algum tipo de pensamento pervertido. Mas nada muito pesado é claro. Nada a mais. Nada mesmo.

Junte tudo isso e você tem um típico colírio. Sei que vai ter muito garoto bravo que ler isso e se identificar, mas eu escrevo isso mesmo, pois acredito que os garotos de hoje tem um potencial muito maior do que seguir modinhas ridículas como essa

Postado por Jéssica

Saga Crepúsculo

Deus, eu fico indignada com isso. Todas as revistas consideradas "teen", TODAS têm ou em sua capa ou em qualquer outra parte a saga crepúsculo. Mas o que me deixa louca, não é a história. Já li os livros, vi os filmes, e sim, os livros são sempre muito melhores que os filmes, e com muito mais conteúdo.
A história é boa, alguns personagens realmente te encantam, fato, mas a modinha que esta coisa se tornou... garotas, por favor, parem de gritar enlouquecidas pelos atores! Eles não sãoEdward e Jacob (de verdade).São apenas pessoas normais que comem seu fast food e depois acabam passando mal no banheiro.
As pessoas pararam de se importar com a história, já cansei de ouvirgarotas que dizem amar a história mas nunca leram os livros, elas só olham o filme por que acham os atores "gatinhos". Aff.
Confesso que gosto da história, mas isso ficou tão modinha, tão banalizado que eu já não vejo a história como antes. Tá ficando ridículo isso.
Parem de sonhar com vampiros e lobisomens, coisas do tipo: "me morda", "tira a camisa", "me possua"! Isso assusta as pessoas, sério.
O Taylor disse que não quer mais tirar a camisa. E eu tenho certeza que não precisa tirar a camisa para se ter algum valor, mas as garotas gostam, e alguns garotos também... então você vai acabar dando aquilo que o povo quer.
Só mais uma coisa: nenhum ator vai vir neste fim de mundo e te dizer: EU TE AMO. Não. Eles não falam português.

Jacob e Edward sendo disputados por meninas nas ruas

Postado por Jéssica

Morte aos coloridos

Não são todos que gostam de ler coisas como esta, muitos se sentem ofendidos ao cubo e nem sabem por que gostam de bandinhas coloridas. Queria hoje, decretar morte a esta vida colorida, já que os sentimentos que estas cores nos mostram são tao verdadeiros quanto uma nota de R$30,00.
Amam bandas como:
Cine, Restart, Hevo, Hori, Do you like? e tantas outras mais... elas e eles veem nestas bandas ... rock. Mas mais precisamente o estilo emocore, que antes havia sido tão 'malhado', tão... 'excluído'. Só gostava de emocore quem não tinha nada na cabeça (continua sendo assim). E isto é uma calúnia ao verdadeiro rock. A essência das músicas acaba morrendo; afinal até pouco tempo a definição de um emo era viver chorando, de preto, olho mega borrado, mil e um cortes, mais uma vida social anti-popularidade. Hoje, literalmente, o que se entende por emo são cores vivas, risos, a calça com a cor mais ridícula que você achar numa loja, e uma popularidade alta. É o inverso. É falho
Sinceramente, eu sei que serão feitas muitas críticas, mas eu prefiro acreditar que ainda existem jovens conscientes, jovens que prezam por um bom estilo musical e um vestuário mais adequado. Não declaro morte as pessoas que gostam disso, elas são apenas pobres coitadas que não têm um cérebro que possa render uma opinião própria sobre o mundo, se é que eles ainda sabem o que significa isso. Só quero declarar morte a esta falsa realidade de um amor tão frio.

Esta coisa máscula aí é a banda Restart

Postado por Elisiane